Corpos de imigrantes encontrados em Bragança são enterrados na Marambaia

O procedimento é de inumação, pois permite que, caso seja do interesse das famílias, possa ser exumado e sepultado em outro local. O caso escancara a grande crise humanitária que alguns países vivem no mundo, um dos maiores problemas do século XXI.
Os nove corpos encontrados em barco africano à deriva foram enterrados em cerimônia laica, promovida pelas instituições que participaram do resgate, como a Polícia Federal, Marinha do Brasil, Polícia Militar, Instituto Médico Legal (IML), Corpo de Bombeiros e Polícia Civil e membros do governo do Estado.
O local escolhido para o sepultamento foi o Cemitério São Jorge, localizado no bairro da Marambaia, em Belém.
O procedimento é de inumação, pois permite que, caso seja do interesse das famílias, possa ser exumado e sepultado em outro local.
Segundo os documentos encontrados, a PF identificou que se tratam de pessoas migrantes da região da Mauritânia e de Mali, na África, não descartando a possibilidade de algumas serem de outras nacionalidades.
Até o momento, nenhuma vítima foi identificada. A Polícia Federal mantém contato permanente, via Interpol, com entidades internacionais, enquanto a perícia é feita no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília.
Entenda o caso
O barco com um total de oito corpos foi encontrado por pescadores à deriva no dia 13 deste mês, em uma área conhecida como Barra do Quatipuru, próxima à praia de Ajuruteua, em Bragança. Outro corpo foi localizado próximo à embarcação, mas a PF acredita que faça parte do mesmo grupo, totalizando nove mortos.


FONTE: O Estado do Pará Online

IMAGEM: Reprodução

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